domingo, 3 de julho de 2011

CUIDEMOS DE NOSSO CORPO SINAIS DE DOR É A HORA DE PROCURAR UM ESPECIALISTA NO ASSUNTO!!

Por que sua cabeça dói?

A dor de cabeça faz parte do dia a dia de aproximadamente 30% dos brasileiros. Apesar de comum, ela merece atenção e, se não fortratada, pode virar sua rotina de pernas para o ar. Descubra se é enxaqueca, conheça as causas desse tormento e aprenda a mantê-lo sob controle

Ela é democrática: afeta gente de todas as idades e com perfis variados. 

Raio X da dor


Compare as características da enxaqueca e da cefaleia tensional e identifique a que faz você sofrer

Cefaleia tensional: mal da vida moderna

Se o stress é um dos gatilhos das crises de enxaqueca, aqui ele é o principal, pois tem relação direta com a sobrecarga imposta à musculatura da cabeça, dos ombros e do pescoço, que acaba em dor. Buscar formas de relaxamento, tentar evitar situações estressantes e praticar atividade física regularmente são as alternativas mais eficientes para amenizar o incômodo e não deixar que ele atrapalhe a rotina de trabalho e a vida social. Os exercícios descontraem a musculatura e estimulam a liberação de endorfina e serotonina, substâncias que reduzem a dor e induzem sensação de bem-estar. Um estudo da Universidade e Granada, na Espanha, comprovou que meia hora de massagem na cabeça e no pescoço durante a crise de cefaleia alivia a dor e a ansiedade e tem efeito prolongado por 24 horas, dispensando o uso de analgésico. Para os especialistas, a vantagem em relação aos comprimidos é que a manipulação da região dolorida afasta a dor sem o perigo do efeito rebote (retorno depois que a droga para de agir).ENTAO ANTES ,QUE QUALQUER REMEDÉDIO SEJA TOMADO A ESMO, SEM SER RECEITADO POR SEU MÉDICO, PROCURE  O MAIS RAPIDO UM ESPECIALISTA . E  BOA SORTE PARA VC ! VIVER BEM .AFINAL  VALE A PENA CUIDAR DE NOSSO BEM ESTAR.

terça-feira, 21 de junho de 2011

CIGARRO , TAMBEM, PROVOCA TONTURAS ! FIQUE ALERTA AOS SINTOMAS!

Muito se ouve pessoas reclamarem de uma tal tontura. Mas, o que acontece é a maioria não dá muita atenção ao sintoma e acabam dando o nome ao problema por si mesmo, sem ao menos procurar um médico. Boa parte das pessoas costuma falar que estão com labirintite e o termo é usado quase sempre de maneira errada.
As pessoas, então precisam ficar atentas quando sentem uma tontura, pois elas podem ser tanto de causas comuns como uma queda brusca de pressão arterial como de uma doença mais grave. Veja a principais causas da famosa tontura:
Uma causa que é bastante comum dos casos de tontura são os distúrbios do sistema vestibular, uma parte de nosso ouvido, sendo responsável por 85% dos casos do sintoma. O nosso ouvido, como muita gente não sabe, não tem como único objetivo escutar, mas sim também cumpre a tarefa de ajudar nosso corpo a manter o equilíbrio. O aparelho vestibular de nosso ouvido fica dentro de uma região chamada ouvido interno ou labirinto. E várias doenças podem afetar essa parte, cansando a sensação de desequilíbrio podendo provocar até quedas. Por isso, quem sente tonturas deve se encaminhar ao médico o mais rápido possível, para assim ele diagnosticar o verdadeiro problema e se iniciar um tratamento o quanto mais rápido.
Diversas alterações em nosso organismo podem ser alertadas através das tonturas, tais como: gravidez, por conta das oscilações hormonais; problemas de pressão arterial, diabetes, anemia, distúrbios neurológicos, taxa de açúcar no sangue e vários outros fatores podem levar aos desequilíbrios. Mas, quase todas as causas possuem tratamento, por isso não há motivos para ninguém ter que viver com tonturas. Assim que o mal estar persistir procure um médico rapidamente, pois o quanto mais rápido o tratamento iniciar, mais rápido o incômodo irá embora.
Agora se você apresenta tonturas apenas quando anda em algum brinquedo do parque de diversões ou a barco não tem porque se preocupar, pois não é nenhuma doença. Esse sintoma chama-se vertigem fisiológica e acontece só pela falta de costume a determinada situação.

sábado, 21 de maio de 2011

SABENDO SE ALIMENTAR BEM PARA EVITAR OS INCONVENIENTES NA MENOPAUSA!E APRENDA A CONVIVER COM ELA ATÉ QUE PASSE ESTA FASE!Alimentos Cardio-saudáveis As manifestações das doenças cardiovasculares, principalmente as derivadas de problemas relacionados com a aterosclerose, não podem vincular-se a um único factor desencadeante. Para o seu desenvolvimento, é muito importante a alimentação e os hábitos de vida. Versando apenas no factor da alimentação, existem muitas regras a tomar, principalmente na quantidade e na qualidade da gordura que ingerimos. O aporte de gordura não deverá ultrapassar os 30% da ingestão calórica diária, reduzindo grandemente as fontes de gorduras animais. Mas nem tudo são reduções. Existem alimentos que, ao invés, se devem aumentar o seu consumo por serem “amigos do coração”, tais como: Os Frutos Secos que são muito ricos em gordura saudável, por serem ricos em ácidos gordos ómega-3, pelo que ajudam na redução dos níveis de colesterol LDL (“mau”). Para além disso, são fontes de proteína vegetal, magnésio, potássio, vitamina E e fibra. Os frutos secos têm uma elevada densidade calórica, pelo que se aconselha que se ingiram no lugar de outras fontes calóricas e não para além destas. A Soja tem igualmente um efeito positivo na redução dos níveis de colesterol. Ela é também uma boa fonte de proteína vegetal, contendo isoflavonas e fitoesteróis, que são poderosos antioxidantes. O Alho, que se utiliza com fins medicinais há muitos séculos, inibe a agregação das plaquetas, o que impede a formação de coágulos no sangue, que acabam por entupir as artérias, sendo assim também um alimento benéfico ao coração. Os Peixes “gordos”, são ricos em ácidos gordos ómega-3, que tal como nos frutos secos facilitam na redução dos níveis de colesterol sanguíneo. As Frutas e Verduras são benéficas devido à sua riqueza em fibra, antioxidantes e vitaminas, pelo que se recomenda que se consumam 5 doses diárias de fruta e verduras. Com uma alimentação equilibrada com um valor calórico adequado às suas necessidades, praticando exercício físico e dando particular atenção a estes alimentos, cuidará de si e do seu coração. Quais os melhores hidratos de carbono? Os hidratos de carbono são um dos nutrientes essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Eles fornecem a energia necessária para a realização das actividades do dia-a-dia, além de serem indispensáveis para a manutenção da integridade do sistema nervoso. Por isso é importante consumir este nutriente diariamente, aproximadamente na razão de 50 a 60% da alimentação diária. Para que os hidratos de carbono forneçam energia, é necessário que, primeiramente, se transformem em glicose sendo que para tal, o alimento tem de ser digerido e absorvido pelo organismo. Isto pode acontecer de forma rápida ou lenta, dependendo do tipo de hidratos de carbono consumido. O índice glicémico é a velocidade que o alimento possui tanto a ser absorvido como a elevar a glicemia (taxa de glicose sanguínea), comparado à glicose. Os alimentos que possuem alto índice glicémico elevam mais rapidamente a glicose no sangue, aumentado também rapidamente a produção de insulina, o que pode causar mal-estar, dores de cabeça, tonturas, além de fome poucas horas após a ingestão alimentar.Os hidratos de carbonos com baixo índice glicémico atingem a corrente sanguínea de forma mais lenta, elevando a glicemia também de forma lenta, provocando assim saciedade maior, contribuindo, nessa medida, para eliminação de peso. Os alimentos de alto índice glicémico são aqueles ricos em hidratos de carbonos simples, como por exemplo pão branco, croissants, biscoitos, massas, açúcar, arroz branco, batata, mel, etc. Já os alimentos com baixo índice glicémico são aqueles ricos em hidratos de carbono complexos, que são também fontes de fibras, como sejam cereais integrais, pão escuro, leguminosas, frutas (de preferência com casca), verduras, legumes, etc. Para que realmente ocorra o emagrecimento, além de dever optar por consumir alimentos com baixo índice glicémico, é importante recorrer a uma alimentação pobre em gorduras e principalmente equilibrada, associada à prática de actividade física. Combate a anemia O baixo desempenho no trabalho e na prática de exercício físico, as dificuldades de concentração, irritabilidade, fraqueza, cansaço, tonturas, falta de ar, perda de apetite, palidez na parte interna dos olhos e lábios, são apenas alguns dos sintomas que a anemia desenvolve. A anemia é caracterizada pela deficiência no tamanho ou no número de células sanguíneas (glóbulos vermelhos) ou ainda, na quantidade de hemoglobina (pigmento) que elas contêm, trazendo como consequência a limitação das trocas de oxigénio e gás carbónico entre o sangue e as outras células do nosso corpo. Esta situação pode ser desencadeada por vários factores tais como a baixa ingestão de alimentos ricos em nutrientes necessários para a produção de glóbulos vermelhos e da hemoglobina (como o ferro, vitamina B12 e ácido fólico), ou ainda por perda excessiva de sangue (hemorragias, por exemplo) ou deficiência genética. De qualquer forma, 90% dos casos de anemia deve-se à carência na ingestão de ferro e restantes nutrientes, como tal a melhor arma é sem duvida uma alimentação variada e rica em alimentos naturalmente abundantes em ferro e/ou enriquecidos. Deve-se salientar que as melhores fontes naturais de ferro são os alimentos de origem animal (fígado e carnes), pelo facto de possuírem um tipo de ferro melhor aproveitado pelo nosso organismo. Entre os alimentos de origem vegetal, destacam-se as leguminosas (feijão, grão, lentilhas e ervilhas), os cereais integrais, as nozes e as hortaliças (couve, bróculos, salsa, grelos e agrião). O ferro de origem vegetal já não é tão bem assimilado pelo nosso organismo e sendo assim é necessário juntar alguns alimentos que ajudem essa absorção. Se juntarmos alimentos com alto teor em vitamina C (laranja, limão, kiwi, morangos, pimento, repolho e tomate) na mesma refeição já estaremos a melhorar a absorção do ferro através de fontes vegetais. O ferro dos alimentos de origem vegetal também pode ser afectado por "factores inibidores", como o chá e o café, que reduzem ainda mais a sua absorção quando consumidos em grande quantidade após as refeições. Desta forma, conjugando correctamente os alimentos, poderá evitar a anemia que cada vez mais se verifica nas crianças e adolescente devido à alimentação descuidada e apenas rica em açúcares e gorduras. Alimentação e TPM A Tensão Pré-menstrual (TPM) é o conjunto de sintomas físicos e emocionais que surgem na última fase do ciclo menstrual. Os sintomas variam largamente de mulher para mulher. Vão desde a depressão, à ansiedade, passando pela tensão, nervosismo, irritabilidade, dificuldades de concentração, alterações do sono, alterações do apetite, dores de cabeça, cansaço, retenção de líquidos, cólicas e sensibilidade mamária. A sua causa resulta das alterações hormonais fisiológicas do ciclo menstrual que interferem no sistema nervoso central, provocando assim estes sintomas. Embora a TPM atinja cerca de 80% das mulheres no período fértil, esta poderá ser amenizada com o auxílio da alimentação. Assim, se controlar a ingestão de alimentos excitantes tais como o chocolate, o café, os refrigerantes e o álcool, poderá sentir uma melhoria dos estados de ansiedade e irritabilidade. No entanto, caso os seus sintomas passem também pelo desconforto abdominal, cólicas ou dores musculares, deverá aumentar, nesta fase em particular, o consumo de alimentos ricos em cálcio (leite, iogurtes, queijo e vegetais de folha verde escura), bem como de alimentos ricos em magnésio (leguminosas, nozes, banana e vegetais de folha verde escura). Estes dois minerais trabalham em parceria, favorecendo a descontracção muscular, favorável ao relaxamento do corpo. É importante ter atenção à ingestão de líquidos. Deve-se beber cerca de 1,5litros água, tomar uma a duas chávenas de chá verde e consumir cerca de duas a três peças de fruta fresca por dia para assim prevenir o inchaço característico desta fase do ciclo menstrual. Com estes pequenos cuidados e fazendo uma alimentação saudável e fraccionada (cinco a seis refeições por dia), as suas digestões serão mais fáceis, pelo que se sentirá mais leve e reduzirá o natural desconforto destes dias. Alimentação preventiva O cancro do estômago tem diminuído nos últimos 50 anos mas é ainda um dos tipos de cancro mais frequentes e a segunda causa de morte por tumores a nível mundial. Portugal está entre os dez países com maior taxa de incidência de cancro do estômago, o qual, até há poucos anos, era o cancro mais comum, sendo apenas ultrapassado actualmente pelo cancro do cólon. A prevenção começa à mesa, por um lado com uma alimentação rica em verduras e frutas e por outro mantendo-se afastado de excessos tais como bebidas alcoólicas, carnes vermelhas e fumadas e tabaco. As bebidas alcoólicas (tais como o vinho tinto), se bebidas com moderação têm efeitos protectores no organismo, no entanto, se ingeridas em excesso, tornam-se prejudiciais. Consuma apenas 1 a 2 copos de vinho por dia. Devemos dar preferência ao peixe, aves, coelho e caça. O peixe constitui uma excelente alternativa à carne e deveria ser consumido uma vez por dia. Os peixes gordos como a sardinha, o salmão, carapau, peixe-espada preto, são um bom contributo para a prevenção das doenças cardiovasculares e dos cancros. O consumo de carnes vermelhas e carnes processadas industrialmente (enchidos, salsichas, fiambre) deve ser moderado (nunca mais de 90 gramas) e frugal (poucas vezes por mês). São uma fonte de gorduras que, por si só, aumentam o risco de cancro, para além de que o processo de fumar as carnes acrescenta ao alimento substâncias cancerígenas, ou seja, nitratos. Nos produtos fumados deve rejeitar-se o invólucro ou tripa, bem como a camada superficial dos enchidos e ainda a superfície negra do presunto. Para além da escolha dos alimentos, a sua preparação culinária é de igual importância, pois aí também se podem cometer alguns erros que, acumulados ao longo dos anos, se tornam perigosos para a saúde. É o caso, por exemplo, de deixar carbonizar os alimentos, algo bastante frequente em fritos, grelhados, assados e pão torrado. Nessas zonas carbonizadas formam-se partículas cancerígenas que devem retiradas o máximo possível da crosta. Os maus hábitos alimentares e uma vida sedentária são uma combinação perigosa. Olhe pela sua saúde. Fortes e Resistentes O deterioramento dos ossos pode provocar vários sinais típicos do envelhecimento (aumento da curvatura da coluna, osteoporose e artrose). A partir dos 40 anos a massa óssea tende a diminuir, de forma que podemos chegar aos 80 anos com 30 a 50% a menos. Para prevenir esta degeneração natural dos ossos, é necessário: realizar uma actividade física regular e seguir uma dieta adequada. Como tal, para que isso não suceda é fundamental que o cuidado com os ossos seja feito desde a juventude. Alguns alimentos são fulcrais na saúde óssea e os quais devem estar incluídos diariamente na nossa dieta, tais como: - Os alimentos ricos em cálcio, que reconstituem e fortalecem os ossos. São eles os produtos lácteos, verduras de folha verde, sardinhas e frutos secos. - Os alimentos ricos em vitamina D, ajudam a fixar o cálcio nos ossos. Esta vitamina encontra-se nos peixes gordos, produtos lácteos, gema de ovo, cereais integrais. - Os alimentos ricos em magnésio, silício, manganésio e flúor, que fortalecem os ossos. As suas fontes são as verduras, frutos secos, cereais e peixe. - Os alimentos ricos em fósforo, contribuem para uma melhor absorção do cálcio. Obtemos o fósforo através do leite, peixes, carnes e cereais integrais. Para manter a densidade óssea para além de uma boa nutrição, fazer exercício físico regular, apanhar 15 a 20 minutos de sol por dia, depois dos 40 anos convém ingerir isoflavonas de soja, que ajudam a amenizar os sintomas derivados da falta de estrógenios (hormona feminina que deixa de ser produzida com a menopausa). Estas isoflavonas podem ser obtidas sob a forma de suplementos alimentares ou consumindo soja e os seus derivados (leite, iogurtes, Tofu, etc.) A osteoporose é uma doença silenciosa, quando se manifesta já se encontra num estado bastante avançado, desta forma se dermos a devida atenção aos nossos ossos fazendo uma alimentação adequada e optando por um estilo de vida saudável, prevenimos e evitamos muitos dissabores numa fase mais avançada da nossa vida.

Alimentos Cardio-saudáveis

As manifestações das doenças cardiovasculares, principalmente as derivadas de problemas relacionados com a aterosclerose, não podem vincular-se a um único factor desencadeante. Para o seu desenvolvimento, é muito importante a alimentação e os hábitos de vida.
Versando apenas no factor da alimentação, existem muitas regras a tomar, principalmente na quantidade e na qualidade da gordura que ingerimos. O aporte de gordura não deverá ultrapassar os 30% da ingestão calórica diária, reduzindo grandemente as fontes de gorduras animais.
Mas nem tudo são reduções. Existem alimentos que, ao invés, se devem aumentar o seu consumo por serem “amigos do coração”, tais como:
Os Frutos Secos que são muito ricos em gordura saudável, por serem ricos em ácidos gordos ómega-3, pelo que ajudam na redução dos níveis de colesterol LDL (“mau”). Para além disso, são fontes de proteína vegetal, magnésio, potássio, vitamina E e fibra. Os frutos secos têm uma elevada densidade calórica, pelo que se aconselha que se ingiram no lugar de outras fontes calóricas e não para além destas.
A Soja tem igualmente um efeito positivo na redução dos níveis de colesterol. Ela é também uma boa fonte de proteína vegetal, contendo isoflavonas e fitoesteróis, que são poderosos antioxidantes.
O Alho, que se utiliza com fins medicinais há muitos séculos, inibe a agregação das plaquetas, o que impede a formação de coágulos no sangue, que acabam por entupir as artérias, sendo assim também um alimento benéfico ao coração.
Os Peixes “gordos”, são ricos em ácidos gordos ómega-3, que tal como nos frutos secos facilitam na redução dos níveis de colesterol sanguíneo.
As Frutas e Verduras são benéficas devido à sua riqueza em fibra, antioxidantes e vitaminas, pelo que se recomenda que se consumam 5 doses diárias de fruta e verduras.
Com uma alimentação equilibrada com um valor calórico adequado às suas necessidades, praticando exercício físico e dando particular atenção a estes alimentos, cuidará de si e do seu coração.

Quais os melhores hidratos de carbono?

Os hidratos de carbono são um dos nutrientes essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Eles fornecem a energia necessária para a realização das actividades do dia-a-dia, além de serem indispensáveis para a manutenção da integridade do sistema nervoso. Por isso é importante consumir este nutriente diariamente, aproximadamente na razão de 50 a 60% da alimentação diária.
Para que os hidratos de carbono forneçam energia, é necessário que, primeiramente, se transformem em glicose sendo que para tal, o alimento tem de ser digerido e absorvido pelo organismo. Isto pode acontecer de forma rápida ou lenta, dependendo do tipo de hidratos de carbono consumido.
O índice glicémico é a velocidade que o alimento possui tanto a ser absorvido como a elevar a glicemia (taxa de glicose sanguínea), comparado à glicose.
Os alimentos que possuem alto índice glicémico elevam mais rapidamente a glicose no sangue, aumentado também rapidamente a produção de insulina, o que pode causar mal-estar, dores de cabeça, tonturas, além de fome poucas horas após a ingestão alimentar.Os hidratos de carbonos com baixo índice glicémico atingem a corrente sanguínea de forma mais lenta, elevando a glicemia também de forma lenta, provocando assim saciedade maior, contribuindo, nessa medida, para eliminação de peso.
Os alimentos de alto índice glicémico são aqueles ricos em hidratos de carbonos simples, como por exemplo pão branco, croissants, biscoitos, massas, açúcar, arroz branco, batata, mel, etc. Já os alimentos com baixo índice glicémico são aqueles ricos em hidratos de carbono complexos, que são também fontes de fibras, como sejam cereais integrais, pão escuro, leguminosas, frutas (de preferência com casca), verduras, legumes, etc.
Para que realmente ocorra o emagrecimento, além de dever optar por consumir alimentos com baixo índice glicémico, é importante recorrer a uma alimentação pobre em gorduras e principalmente equilibrada, associada à prática de actividade física.

Combate a anemia

O baixo desempenho no trabalho e na prática de exercício físico, as dificuldades de concentração, irritabilidade, fraqueza, cansaço, tonturas, falta de ar, perda de apetite, palidez na parte interna dos olhos e lábios, são apenas alguns dos sintomas que a anemia desenvolve.
A anemia é caracterizada pela deficiência no tamanho ou no número de células sanguíneas (glóbulos vermelhos) ou ainda, na quantidade de hemoglobina (pigmento) que elas contêm, trazendo como consequência a limitação das trocas de oxigénio e gás carbónico entre o sangue e as outras células do nosso corpo.
Esta situação pode ser desencadeada por vários factores tais como a baixa ingestão de alimentos ricos em nutrientes necessários para a produção de glóbulos vermelhos e da hemoglobina (como o ferro, vitamina B12 e ácido fólico), ou ainda por perda excessiva de sangue (hemorragias, por exemplo) ou deficiência genética.
De qualquer forma, 90% dos casos de anemia deve-se à carência na ingestão de ferro e restantes nutrientes, como tal a melhor arma é sem duvida uma alimentação variada e rica em alimentos naturalmente abundantes em ferro e/ou enriquecidos.
Deve-se salientar que as melhores fontes naturais de ferro são os alimentos de origem animal (fígado e carnes), pelo facto de possuírem um tipo de ferro melhor aproveitado pelo nosso organismo. Entre os alimentos de origem vegetal, destacam-se as leguminosas (feijão, grão, lentilhas e ervilhas), os cereais integrais, as nozes e as hortaliças (couve, bróculos, salsa, grelos e agrião). O ferro de origem vegetal já não é tão bem assimilado pelo nosso organismo e sendo assim é necessário juntar alguns alimentos que ajudem essa absorção. Se juntarmos alimentos com alto teor em vitamina C (laranja, limão, kiwi, morangos, pimento, repolho e tomate) na mesma refeição já estaremos a melhorar a absorção do ferro através de fontes vegetais.
O ferro dos alimentos de origem vegetal também pode ser afectado por "factores inibidores", como o chá e o café, que reduzem ainda mais a sua absorção quando consumidos em grande quantidade após as refeições.
Desta forma, conjugando correctamente os alimentos, poderá evitar a anemia que cada vez mais se verifica nas crianças e adolescente devido à alimentação descuidada e apenas rica em açúcares e gorduras.

 Alimentação e TPM

A Tensão Pré-menstrual (TPM) é o conjunto de sintomas físicos e emocionais que surgem na última fase do ciclo menstrual. Os sintomas variam largamente de mulher para mulher. Vão desde a depressão, à ansiedade, passando pela tensão, nervosismo, irritabilidade, dificuldades de concentração, alterações do sono, alterações do apetite, dores de cabeça, cansaço, retenção de líquidos, cólicas e sensibilidade mamária.
A sua causa resulta das alterações hormonais fisiológicas do ciclo menstrual que interferem no sistema nervoso central, provocando assim estes sintomas.
Embora a TPM atinja cerca de 80% das mulheres no período fértil, esta poderá ser amenizada com o auxílio da alimentação.
Assim, se controlar a ingestão de alimentos excitantes tais como o chocolate, o café, os refrigerantes e o álcool, poderá sentir uma melhoria dos estados de ansiedade e irritabilidade. No entanto, caso os seus sintomas passem também pelo desconforto abdominal, cólicas ou dores musculares, deverá aumentar, nesta fase em particular, o consumo de alimentos ricos em cálcio (leite, iogurtes, queijo e vegetais de folha verde escura), bem como de alimentos ricos em magnésio (leguminosas, nozes, banana e vegetais de folha verde escura). Estes dois minerais trabalham em parceria, favorecendo a descontracção muscular, favorável ao relaxamento do corpo.
É importante ter atenção à ingestão de líquidos. Deve-se beber cerca de 1,5litros água, tomar uma a duas chávenas de chá verde e consumir cerca de duas a três peças de fruta fresca por dia para assim prevenir o inchaço característico desta fase do ciclo menstrual. 
Com estes pequenos cuidados e fazendo uma alimentação saudável e fraccionada (cinco a seis refeições por dia), as suas digestões serão mais fáceis, pelo que se sentirá mais leve e reduzirá o natural desconforto destes dias.


 Alimentação preventiva

O cancro do estômago tem diminuído nos últimos 50 anos mas é ainda um dos tipos de cancro mais frequentes e a segunda causa de morte por tumores a nível mundial. Portugal está entre os dez países com maior taxa de incidência de cancro do estômago, o qual, até há poucos anos, era o cancro mais comum, sendo apenas ultrapassado actualmente pelo cancro do cólon.
A prevenção começa à mesa, por um lado com uma alimentação rica em verduras e frutas e por outro mantendo-se afastado de excessos tais como bebidas alcoólicas, carnes vermelhas e fumadas e tabaco.
As bebidas alcoólicas (tais como o vinho tinto), se bebidas com moderação têm efeitos protectores no organismo, no entanto, se ingeridas em excesso, tornam-se prejudiciais. Consuma apenas 1 a 2 copos de vinho por dia.
Devemos dar preferência ao peixe, aves, coelho e caça. O peixe constitui uma excelente alternativa à carne e deveria ser consumido uma vez por dia. Os peixes gordos como a sardinha, o salmão, carapau, peixe-espada preto, são um bom contributo para a prevenção das doenças cardiovasculares e dos cancros.
O consumo de carnes vermelhas e carnes processadas industrialmente (enchidos, salsichas, fiambre) deve ser moderado (nunca mais de 90 gramas) e frugal (poucas vezes por mês). São uma fonte de gorduras que, por si só, aumentam o risco de cancro, para além de que o processo de fumar as carnes acrescenta ao alimento substâncias cancerígenas, ou seja, nitratos. Nos produtos fumados deve rejeitar-se o invólucro ou tripa, bem como a camada superficial dos enchidos e ainda a superfície negra do presunto.
Para além da escolha dos alimentos, a sua preparação culinária é de igual importância, pois aí também se podem cometer alguns erros que, acumulados ao longo dos anos, se tornam perigosos para a saúde. É o caso, por exemplo, de deixar carbonizar os alimentos, algo bastante frequente em fritos, grelhados, assados e pão torrado. Nessas zonas carbonizadas formam-se partículas cancerígenas que devem retiradas o máximo possível da crosta.
Os maus hábitos alimentares e uma vida sedentária são uma combinação perigosa. Olhe pela sua saúde.

Fortes e Resistentes

O deterioramento dos ossos pode provocar vários sinais típicos do envelhecimento (aumento da curvatura da coluna, osteoporose e artrose). A partir dos 40 anos a massa óssea tende a diminuir, de forma que podemos chegar aos 80 anos com 30 a 50% a menos.
Para prevenir esta degeneração natural dos ossos, é necessário: realizar uma actividade física regular e seguir uma dieta adequada.
Como tal, para que isso não suceda é fundamental que o cuidado com os ossos seja feito desde a juventude.
Alguns alimentos são fulcrais na saúde óssea e os quais devem estar incluídos diariamente na nossa dieta, tais como:
- Os alimentos ricos em cálcio, que reconstituem e fortalecem os ossos. São eles os produtos lácteos, verduras de folha verde, sardinhas e frutos secos.
- Os alimentos ricos em vitamina D, ajudam a fixar o cálcio nos ossos. Esta vitamina encontra-se nos peixes gordos, produtos lácteos, gema de ovo, cereais integrais.
- Os alimentos ricos em magnésio, silício, manganésio e flúor, que fortalecem os ossos. As suas fontes são as verduras, frutos secos, cereais e peixe.
- Os alimentos ricos em fósforo, contribuem para uma melhor absorção do cálcio. Obtemos o fósforo através do leite, peixes, carnes e cereais integrais.
Para manter a densidade óssea para além de uma boa nutrição, fazer exercício físico regular, apanhar 15 a 20 minutos de sol por dia, depois dos 40 anos convém ingerir isoflavonas de soja, que ajudam a amenizar os sintomas derivados da falta de estrógenios (hormona feminina que deixa de ser produzida com a menopausa). Estas isoflavonas podem ser obtidas sob a forma de suplementos alimentares ou consumindo soja e os seus derivados (leite, iogurtes, Tofu, etc.)
A osteoporose é uma doença silenciosa, quando se manifesta já se encontra num estado bastante avançado, desta forma se dermos a devida atenção aos nossos ossos fazendo uma alimentação adequada e optando por um estilo de vida saudável, prevenimos e evitamos muitos dissabores numa fase mais avançada da nossa vida.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

NAO FICAR SOMENTE FOCADA EM TONTURAS MAS TAMBEM EM REAÇAOES E MUDANÇAS EM NOSSO CORPO!

ESSA TPM !!!!!!!!!!!!
Quantas mulheres não sofrem com a tal de TPM? O quê? Você não tem? Ah, mas talvez sua mãe, irmã, vizinha ou amiga tenham! Alguém deve ter! E você, meu caro, não será uma vítima de sua namorada, esposa e quem sabe até da chefe no trabalho? Pois é! O fato é que, de alguma forma, quase ninguém escapa dela!! E quantos desentendimentos, discussões, brigas e outras coisas desagradáveis já não terão acontecido em sua vida? Tudo por causa dela! As mudanças são tantas e tão expressivas que TODOS (homens e mulheres) são afetados por ela! Então, meu caro, preste atenção pois vamos falar com e para as mulheres! Quem sabe, você encontre alguma luz pra ajudar quem o vitima tanto: a TPM delas, claro!

A TPM (Síndrome de Tensão Pré-Menstrual) é um conjunto de sinais e sintomas (até hoje foram descritos mais de 150) que podem aparecer de 2 a 15 dias antes da menstruação e que provocam transformações significativas (tanto físicas quanto emocionais) em, aproximadamente, 70% das mulheres. Este número pode ser até maior, na medida em que muitas, por terem sintomas leves, não a identificam. A TPM foi descrita pela primeira vez em 1931 por um autor de nome Franke e, ao contrário do que se possa pensar, até hoje não há uma explicação satisfatória para seu aparecimento. A grande maioria das mulheres apresenta alterações leves, ou seja, tem os sintomas mínimos da TPM: ganho de peso (por retenção de líquido), inchaço e dor mamária, inquietude e instabilidade emocional. Outras manifestações incluem: desconforto abdominal (sensação de barriga inchada), dores de cabeça, calores no rosto, fadiga, alterações do sono e no hábito alimentar, diminuição da produtividade, redução da libido, depressão e ansiedade. Eles podem aparecer em combinações diversas, mas tendem a se manter constantes em cada pessoa, variando somente de intensidade a cada mês.

Paralelamente, um número menor de mulheres apresenta essas manifestações em graus bem mais intensos, havendo expressivas mudanças em seu físico, na sua rotina e, principalmente, em suas relações pessoais, tais como: alterações na balança (aumento de até 3 kg no peso), irritabilidade, raiva ou tristeza inexplicáveis, crises de choro, aumento do apetite (algumas têm desejo compulsivo de comer chocolate e/ou doces). Ainda, do ponto de vista comportamental, pode haver brigas no trânsito, no trabalho, na faculdade, espancamento de filhos, surras no marido e discussões com os vizinhos (apenas porque o papagaio deles fala demais!). Algumas, que estão com TPM, podem até estar xingando o médico que escreve este artigo! Suicídios e homicídios também aumentam nessa época. Para que se tenha uma idéia da importância que se dá à TPM, em alguns Estados americanos, as penas por crimes podem ser atenuadas, caso os mesmos tenham sido cometidos nesse período! Portanto, é prudente evitar decidir sobre coisas muito importantes, bem como tomar decisões "definitivas" e/ou radicais nessa época: pode ser que depois venha o arrependimento! O que intriga é saber que tudo isso passa, como se nada tivesse acontecido, com a simples vinda da menstruação! Isso tudo acontece por alterações bioquímicas no cérebro e não depende simplesmente da vontade das mulheres ter ou não ter TPM. A Medicina ainda tem que descobrir muita coisa a respeito dela.

Bem, mas e o tratamento??? Inicialmente deve existir um ótimo relacionamento com seu ginecologista, pois é ele quem poderá tentar ajudá-la encontrar formas de atenuar a TPM através de uma boa conversa e do esclarecimento de alguns pontos que a atormentam. Além disso, a adoção de algumas medidas a que chamamos de higieno-dietéticas são sugeridas: diminuição na ingestão de alimentos muito salgados para atenuação da retenção hídrica, bem como de doces. Também deve-se evitar a ingestão de de chá, café e bebidas à base de cola pois, nesses três grupos, há substâncias chamadas de metilxantinas (cafeína, teobromina e teofilina) que são comprovadamente excitantes. Atividades físicas sistemáticas, como ginástica aeróbica, natação, yoga, flamenco, dança do ventre e outras podem ser de grande valia.

Há, ainda, uma série de medicamentos, que poderão ser prescritos e que irão ajudá-la bastante! Os mais inócuos e que têm apresentado ótimos resultados são os homeopáticos. Caso não sejam os preferidos do seu ginecologista, ele poderá lançar mão de medicamentos alopáticos (os da medicina tradicional), que também apresentam bons resultados.

Por fim, gostariamos de deixar uma lembrança: uma das coisas mais importantes em relação a quem tem TPM é aceitar que ela existe! Dificilmente uma mulher que não admite que tem consegue livrar-se dela, ou atenuá-la! Além disso, essa aceitação facilita a compreensão por parte das pessoas com quem se relaciona, o que pode torná-las mais tolerantes. Para você que não tem, mas que convive com quem tem, saiba que TPM EXISTE SIM! É muito difícil passar por isso todos os meses e, particularmente as que têm alterações emocionais mais violentas não conseguem, muitas vezes, mesmo com toda consciência do mundo, controlar-se! Portanto, é de extrema importância que possamos considerar que "naqueles dias" a mulher seja vista com outros olhos, com muito mais compreensão, com muito mais carinho! O quê, você não é capaz? É sim, tente! É claro que nem sempre vai conseguir, mas certamente se sentirá bem em saber que, pelo menos, tentou!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FIQUE ATENTO E SAIBA MAIS SOBRE ZUMBIDO NO OUVIDO !!

Imagine ouvir diariamente um barulho semelhante ao canto de uma cigarra ou a um copo cheio de comprimidos efervecentes. Aproximadamente 3 milhões de brasileiros sofrem com essa sensação sem descobrir as causas do problema. Não é para menos. Afinal, o zumbido, como é chamado pelos especialistas, pode ser provocado por várias doenças. "Trata-se de um sintoma sério de que algo está errado", lembra o otorrinolaringologista Onivaldo Cervantes, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Segundo ele, o zumbido pode ser o primeiro sinal de perda auditiva, labirintite, doenças reumáticas e hipertensão. A maior dificuldade para o paciente é descobrir exatamente qual dessas doenças está provocando o incômodo. "Realizamos o diagnóstico por exclusão, por isso é importante procurar o médico no início do problema", diz Cervantes.
O ruído constante também pode esconder a disfunção têmporo-mandibular (DTM), provocada nos músculos e nervos das regiões da face, ouvido e coluna. Os sintomas incluem dor de cabeça e tontura. "Muitas pessoas sofrem anos com o zumbido sem descobrir que a causa está na musculatura da face", diz a cirurgiã-dentista Narcisa Zeferino Pavan, especialista em dor orofacial.
Além de descobrir a causa do problema, quem convive com o zumbido tem mais um desafio: controlar o estresse. Segundo Narcisa, pessoas muito preocupadas e perfeccionistas tendem a sofrer mais com o problema. "O pior é que o estresse causado pelo ruído também agrava o barulho irritante", explica Narcisa.
A dona de casa Maria Helena de Carvalho Arnone, de 51 anos, descreve como insuportável o zumbido que a acompanha há três anos. Tudo começou com um ruído forte no ouvido esquerdo, seguido de tontura e vômito. "Fui parar direto no hospital. Achei que ia morrer", afirma. O diagnóstico veio alguns dias depois: labirintite.
Desde então, Maria Helena iniciou o tratamento com medicamentos, que ela toma diariamente. "Consegui controlar o zumbido e os episódios de tontura ficaram mais fracos, mas algumas vezes ainda ouço o chiado", explica. "Nessas horas, fico bem quieta e espero passar. São apenas alguns segundos, mas parece uma eternidade", conta.
Quanto mais forte e constante o zumbido, mais difícil também é controlar o estresse provocado por essa sensação. Algumas pessoas, por exemplo, ouvem o barulho semelhante a insetos ou a uma cachoeira 24 horas do dia. Para esses pacientes quanto maior o silêncio, pior o ruído. "Esses pacientes chegam a ligar um rádio baixinho para desviar o ruído para outro som", diz Cervantes. "É uma saída inicial porque diagnosticar a doença é importante, mas sabemos que o zumbido não tem cura, apenas controle", completa o especialista.
Grau de ruído determina gravidade

A sensação provocada pelo zumbido também depende da pessoa. Atualmente, fala-se em seis estágios para identificar o quanto o barulho pode estar incomodando o paciente. Isso ajuda também a identificar a gravidade do problema. A escala vai de 0 a 5, demonstrando situações que vão de quando o ruído não é percebido até no momento em que é freqüentemente irritante e até insuportável. Nesses casos, o barulho provoca uma sensação de angústia no paciente, piora o estresse, o que fatalmente vai aumentar o zumbido.
Segundo o otorrinolaringologista Onivaldo Cervantes, da Unifesp, o zumbido no ouvido é mais comum em pessoas acima dos 40 anos. "Isso porque nessa fase da vida começam a aparecer as doenças causadoras do problema", explica. Pessoas que trabalham em ambientes barulhentos também podem sofrer com os ruídos constantes por conta do processo de perda auditiva.
Para a especialista em dor orofacial Narcisa Zeferino Pavan, quando o zumbido acontece em crianças pode ser um forte sinal de disfunção têmporo-mandibular (DTM). A dificuldade no diagnóstico também indica o problema. "Nos pacientes que sofrem com o zumbido e não descobrem a causa ou não se adaptam ao tratamento pelo menos 48% têm DTM", completa
Tratamento inclui vasodilatores

O tratamento para controlaro zumbido no ouvido depende principalmente do diagnóstico da doença causadora desse sintoma. Até agora, não se sabe quais estruturas do ouvido provocam o ruído, mas os especialistas já trabalham com terapias de controle do zumbido.
A aplicação de corticóides diretamente no tímpano dos pacientes vem sendo utilizada pelos otorrinolaringologistas para diminuir o zumbido sem causa definida. Os especialistas também usam a aplicação de substâncias vasodilatoras, que aumentam a irrigação sangüínea na região, melhorando o zumbido em alguns pacientes.
Quando o problema detectado é a disfunção têmporo-mandibular, o ideal é procurar um especialista em dor orofacial. Nesse caso, o tratamento inclui fonoaudiologia para readequar os músculos da região facial e também fisioterapia. Segundo a cirurgiã-dentista Narcisa Zeferino Pavan, raramente são usados medicamentos para resolver o zumbido provocado pela disfunção têmporo-mandibular.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Como lidar com as tonturas na menopausa

Mulher pensativa

 

Embora não seja tão falado como outros tipos de sintomas ligados à menopausa, as tonturas são mais frequentes do que imaginamos em mulheres menopáusicas. Diretamente ligadas às alterações hormonais, em alguns casos, as tonturas podem ser desencadeadas por outros sintomas da menopausa.

Tonturas terríveis

Falta de equilíbrio, cabeça leve e desorientação – é assim que se pode definir uma tontura, que surge muitas vezes quando uma pessoa se levanta ou se baixa de forma rápida. Embora seja, por norma, uma sensação rápida (alguns segundos) e passageira, as tonturas não deixam de ser incómodas e, em casos mais graves, podem revelar-se debilitantes. A sensação de balanço e de equilíbrio do corpo humano depende do funcionamento pleno dos seguintes órgãos: olhos, ouvidos e nervos sensoriais. Se, por algum motivo, o cérebro não conseguir processar toda a informação que recebe destas áreas, pode ocorrer uma tontura.

Sintomas das tonturas

Para além da desagradável sensação física que é uma tontura em si, a verdade é que as tonturas podem ainda assim desencadear outros sintomas. As vertigens, náuseas, perturbações visuais, cabeça leve, desequilíbrio, sensação que vai cair, sentir tudo a andar à roda, sensação de desmaio, fraqueza e fadiga são os principais sintomas associados às tonturas.

Principais causas das tonturas

No que toca às tonturas na menopausa estas devem-se, em grande parte, às alterações hormonais que caracterizam esta fase na vida de uma mulher. A redução dos níveis de estrogénio durante a menopausa produz alterações nos vasos sanguíneos e no sistema nervoso, o que pode desencadear tonturas. Outras causas mais genéricas das tonturas incluem: desidratação, alimentação insuficiente, hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue), tensão arterial baixa, artrite, constipação, gripe, infeções virais, AVC, problemas cardíacos e efeitos secundários de determinados medicamentos. 

O que desencadeia o quê?

Por outro lado, existem estudos que apontam para o facto de alguns dos sintomas mais populares da própria menopausa poderem desencadear tonturas, nomeadamente os afrontamentos, perturbações dos ouvidos, dores de cabeça, ataques de ansiedade e/ou de pânico.

Como lidar com as tonturas na menopausa

Nem todas as mulheres menopáusicas sofrem de tonturas, mas se tem tendência para isso, uma das coisas mais fáceis de fazer para evitar e atenuar essas crises passa por evitar alterações bruscas de posição: levantar, baixar, sentar ou deitar-se muito rapidamente. Para além disso, é extremamente importante determinar qual a fonte dessas tonturas – será um efeito secundário de algum medicamento que possa estar a tomar? Será que o stress, a ansiedade e as alterações de humor tão características da menopausa estão a desencadear as tonturas? Poderão as tonturas estar associadas a outro problema de saúde que não a menopausa? É importante chegar à causa real das tonturas para poder tratá-las eficazmente. Por vezes, pode passar por melhorar o estilo de vida, através de uma alimentação mais saudável, a prática de exercício físico ou de atividades relaxantes. A medicina alternativa pode ser outra solução.

Quando deve ir ao médico?

Qualquer sintoma persistente deve ser discutido com o seu médico assistente e deve ir ao médico se, associado às tonturas, sentir ou sofrer qualquer um destes sintomas adicionais: pescoço rígido, lesão na cabeça, perturbações na visão e/ou na fala, febre, desmaios e/ou perda de consciência, dor no peito, fortes palpitações cardíacas, dificuldades respiratórios, hiperventilação, vómitos persistentes, convulsões, membros superiores/inferiores adormecidos ou imóveis.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

SAIBA MAIS SOBRE TONTURAS E ENTENDA MAIS SOBRE SEU ORGANISMO!

labirintos `` da labirintite , apenas tentando ajudar  ao querido leitor.
O termo “labirintite” é a forma popular de designar as doenças que afetam o labirinto, órgão localizado na parte interna do ouvido, que tem por função transmitir informações para o cérebro responsáveis pela audição e o equilíbrio. “Muitas são as causas de labirintopatias. E muitas doenças podem ocasionar uma disfunção neste sistema; como conseqüência levar a um quadro de desequilíbrio. Nos idosos as causas metabólicas e vasculares são as mais importantes. ‘Labirintite' é considerada uma disfunção de um sistema que é secundária a uma outra doença. Em alguns casos a doença pode ser intrínseca do próprio labirinto”, explica Arthur Castilho, otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas da Unicamp.
Os incômodos labirínticos podem atingir todas as idades. “Para se ter uma idéia, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, 42% da população já sentiu algum tipo de tontura na vida e na maioria dos casos tem relação com distúrbios do labirinto”, comenta o otorrinolaringologista Mário Munhoz, professor de Otoneuologia da Unifesp.
As principais queixas são tonturas, perda auditiva e zumbido. No caso das labirintopatias, a pessoa tem crises vertiginosas (vertigens): o paciente tem a impressão de que os objetos, rodopiarem ao seu redor - tipo de instabilidade rotatória -, principalmente em atividades de movimentação da cabeça (sentar-se ou levantar-se da cama, por exemplo) ou mesmo quando está imóvel. Parte das situações culmina em quedas. “As pessoas possuem sentidos responsáveis pela orientação: o visual, o auditivo e o muscular. Nos idosos estes estímulos estão reduzidos, o que dificultam seu equilíbrio”, completa Munhoz.
Estima-se que existam cerca de 300 enfermidades que atacam o labirinto com mais de 2 mil causas já identificadas. O número de moléstias que resultam em labirintopatias também é grande: vão de inflamações locais a traumas sonoros, passando por problemas da coluna cervical até o consumo exagerado de cafeína, açúcar, álcool e tabagismo.
Em primeira instância, necessita-se descobrir o motivo que desencadeou a “labirintite” para depois diagnosticar a terapia ideal, o que requer, inclusive, uma avaliação multidisciplinar com fonoaudiólogo, fisioterapeuta, psicólogo, neurologista, entre outras áreas médicas, além do otorrino para melhorar a qualidade de vida do paciente. “É preciso avaliar a história do indivíduo e seus antecedentes de saúde com testes específicos e avaliação otoneurológica para ajudar na investigação de possíveis causas da labirintopatia”, expõe Dr. Mario Munhoz. E salienta: “O idoso que não escuta bem se isola, o que gera nele outras doenças”.
Na lista de distúrbios do labirinto, dois tipos são mais comuns: a Doença de Menière e a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB).
A primeira é freqüente em pessoas acima dos 40 anos, caracterizada pela pressão no ouvido, desequilíbrio crônico e zumbidos. A sensação de ouvido tampado na Doença de Menière é causada pelo aumento excessivo de líquido existente na região labiríntica, o que provoca a dilatação dos canais e afeta o equilíbrio (labirinto) e a audição (cóclea).
Já a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) acomete os idosos e também tem causas variadas. “Este tipo de labirintopatia consiste no deslocamento de pequenos cristais que se encontram nas células do equilíbrio. Uma vez que saem da posição em que deveriam estar, causam uma irritação do labirinto. Esta irritação acaba enviando informações erradas ao sistema nervoso central sobre o deslocamento e o posicionamento espacial, o que gera a sensação de vertigem. Não sabemos ao certo a causa do deslocamento destes cristais de sua posição inicial”, afirma Dr. Arthur Castilho.
Os tratamentos para as labintopatias vão conforme cada paciente, relembrando a investigação a priori de outras doenças que desencadearam as crises, com exames de verificação do equilíbrio e, dependendo do caso, o uso de remédios. No caso da VPPB, segundo o otorrinolaringologista Mário Munhoz, os pacientes aprendem e executam manobras de reabilitação para mandar as chamadas ‘pedrinhas' de carbonato de cálcio para seu lugar correto, sem a necessidade de prescrição medicamentosa.
De acordo com os especialistas, a estratégia para aliviar os distúrbios é garantir uma boa saúde global. Praticar exercícios físicos, beber líquidos, corrigir erros alimentares e fracionar refeições – não comer exagerado e também não “passar fome” - e evitar vícios são os hábitos que agradam e melhoram todos os ouvidos.